Ontem disputou-se, salvo melhor opinião, o jogo mais equilibrado da nossa curta história futebolística. O 7-7 espelha o que se passou em campo: muita garra, muito querer de parte a parte e luta pela vitória até ao último minuto.
Ainda assim, o jogo não foi muito bem jogado e, a espaços, diria até mal jogado. Que me perdoem os "artistas" do espectáculo, mas o futsal é um jogo de paciência, supostamente com trocas de bola sucessivas até encontrar o espaço vazio que permita desequilibrar o adversário. Ontem, as duas equipas fizeram dois ou três passes seguidos, no máximo e, a seguir, a opção era invariavelmente, a tentativa de jogada individual ou o remate à baliza com ou sem ângulo.
De qualquer modo, passo aos destaques (muito) positivos da partida. Os 2 guarda-redes: a roçar a perfeição, Semilha e Júnior têm demonstrado evolução notória ao longo dos jogos e ambos salvaram várias situações de golo eminente. Os golos: de destacar o golo de Tiago Santos (Parabéns Tiago pelo aniversário e pelo golaço!), num remate à meia volta com o seu pior pé, o esquerdo e o golo de Rui Monteiro, num remate poderoso na sequência de um livre directo.
As equipas alinharam da seguinte forma:
Lagartagem: Semilha, Jorge Ricardo, Luís Pereira, Rui Santos e Palminha (para além de Artur, que entrou mais tarde);
Lampionagem: Júnior, Dr. Brito, Monteiro, Tiago Santos, Nuno Costa e Miguel Palma.
